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Aula Aberta Grátis com Carina Sucupira

Como a tomada de decisão baseada em dados pode transformar seus resultados

Você vai descobrir como a tomada de decisão baseada em dados pode evitar falhas estratégicas e como aplicar as etapas do processo decisório no marketing e na gestão.

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Carina Sucupira

Tem mais de 13 anos de experiência na área da Tecnologia. É Cientista da Computação pela UFRJ, especialista em Big Data e Data Science e pós-graduada em Engenharia de Dados. É professora da Pós PUCPR Digital.

Carina Sucupira

Ao assistir essa masterclass, você vai:

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Entender os dois sistemas de pensamento e como eles influenciam suas decisões no trabalho e na vida pessoal

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Dominar as etapas do processo decisório, desde a identificação do problema até a análise de resultados pós-decisão

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Conferir um case real da Coca-Cola, vendo os erros e acertos de uma decisão baseada em dados e o impacto de ignorar fatores emocionais

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Explorar ferramentas práticas para aplicar uma tomada de decisão mais assertiva em Marketing e Gestão.

A ciência por trás da análise de dados para tomada de decisão

No mundo atual, onde a informação é abundante e as decisões precisam ser cada vez mais ágeis e assertivas, entender o processo de tomada de decisão baseada em dados tornou-se essencial para profissionais que desejam se destacar.

Essa masterclass com Carina Sucupira oferece um mergulho nesse tema, mostrando como dados e análises podem ser usados para evitar armadilhas comuns, como os vieses cognitivos na tomada de decisão.

Você descobrirá que, muitas vezes, nossas escolhas são influenciadas por impulsos inconscientes, mas a ciência de dados pode ajudar a mitigar os erros.

A masterclass explora conceitos fundamentais, como os sistemas de pensamento rápido e lento, apresentados pelo Nobel Daniel Kahneman, e como eles impactam nossas decisões no dia a dia.

Além disso, você verá um case real da Coca-Cola, que ilustra os perigos de negligenciar aspectos emocionais e culturais ao tomar decisões baseadas apenas em números.

Ao final, você terá ferramentas para aplicar uma abordagem mais estruturada e embasada em dados, seja no marketing, na gestão ou em qualquer área que exija escolhas estratégicas.

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Perguntas frequentes

A análise de dados é fundamental para as organizações porque transforma informações brutas em insights acionáveis, permitindo decisões mais precisas e estratégicas.

Em um cenário competitivo, empresas que utilizam dados de forma eficiente conseguem identificar tendências, otimizar processos, reduzir custos e antecipar riscos. Além disso, a análise de dados ajuda a eliminar suposições, substituindo o "achismo" por evidências concretas.

Quando bem aplicada, a análise de dados também permite personalizar experiências de clientes, melhorar campanhas de marketing e aumentar a eficiência operacional.

Em resumo, organizações que dominam a análise de dados ganham vantagem competitiva, agilidade e capacidade de adaptação em um mercado em constante mudança.

O Modelo Carnegie, desenvolvido por pesquisadores como Herbert Simon, James March e Richard Cyert, enfatiza a tomada de decisão em condições de racionalidade limitada, onde as organizações enfrentam restrições de informação, tempo e recursos.

Diferentemente de modelos puramente racionais, ele reconhece que os decisores não maximizam resultados, mas sim buscam soluções "satisfatórias" (satisficing), ou seja, boas o suficiente dentro das limitações.

O modelo também destaca a importância da coalizão entre grupos internos, onde conflitos e negociações moldam as escolhas finais. Isso é especialmente relevante em ambientes complexos, onde objetivos divergentes e incertezas estão presentes.

O Modelo Carnegie ajuda a explicar por que decisões organizacionais muitas vezes parecem menos lógicas e mais influenciadas por dinâmicas políticas, culturais e cognitivas do que por análises puramente técnicas.

Viéses cognitivos são desvios sistemáticos no processamento mental que distorcem julgamentos e decisões, fazendo com que as pessoas se afastem da racionalidade objetiva.

Eles surgem de atalhos mentais que o cérebro usa para lidar com informações complexas, mas muitas vezes levam a erros previsíveis.

Na tomada de decisão, vieses como o de confirmação (buscar dados que confirmem crenças prévias), ancoragem (dar peso excessivo à primeira informação recebida) ou viés de disponibilidade (supervalorizar exemplos recentes ou memoráveis) podem comprometer escolhas estratégicas.

Reconhecer e mitigar esses vieses — através de métodos como análise de dados diversificada, revisão por pares e ferramentas de decisão estruturada — é essencial para decisões mais equilibradas e eficazes.

Engenharia de Dados é a disciplina responsável por projetar, construir e manter sistemas que coletam, armazenam, processam e disponibilizam dados em escala, garantindo qualidade, segurança e acessibilidade.

Ela fornece a infraestrutura necessária para que análises e machine learning funcionem, transformando dados brutos em bases organizadas e confiáveis.

Para as empresas, a engenharia de dados é crucial porque possibilita a integração de fontes diversas (como CRM, redes sociais e transações), suporta decisões em tempo real e escalabilidade de operações. Sem ela, iniciativas como big data e IA ficariam inviáveis devido a problemas como inconsistências, lentidão ou incapacidade de lidar com grandes volumes.

Além disso, a engenharia de dados reduz custos operacionais ao automatizar fluxos e minimizar erros manuais, tornando-se um pilar para inovação e vantagem competitiva em setores como varejo, saúde e finanças.

O processo decisório nas organizações geralmente segue etapas estruturadas, embora a implementação varie conforme o contexto.

Primeiro, há a identificação do problema, onde se define claramente a questão a ser resolvida. Em seguida, ocorre a coleta de dados, reunindo informações relevantes para entender causas e contextos.

A terceira etapa é a análise das alternativas, onde opções são avaliadas com base em critérios como viabilidade, custo e impacto. Depois, vem a tomada de decisão em si, escolhendo a melhor alternativa — muitas vezes com trade-offs entre racionalidade e fatores políticos ou culturais.

Por fim, há o monitoramento dos resultados, ajustando ações conforme o feedback. Organizações eficazes combinam métodos quantitativos (dados) e qualitativos (experiência humana) para equilibrar velocidade e assertividade em suas decisões.